Advocacia previdenciária em Porto Velho

Problema com o INSS? Fale com quem atende aqui em Porto Velho.

Benefício negado ou cortado, auxílio-acidente, salário-maternidade e isenção de imposto de renda por doença grave.

Seu caso em 1 minuto
Joyce Késia e Victor HugoAdvogados do escritório · OAB/RO
  • Escritório em Porto Velho (RO)
  • Atendimento on-line em todo o Brasil
  • Horários flexíveis
  • Honorários combinados por escrito
Prefiro chamar direto no WhatsApp
Rua Senador Álvaro Maia, 2285

São João Bosco, Porto Velho (RO). Atendimento no escritório e on-line para todo o Brasil, em horários flexíveis.

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30 diaspara recorrer ao INSS

Recebeu a carta do INSS negando ou cortando o benefício? O prazo para recorrer no próprio INSS é de 30 dias, contados de quando você teve ciência da decisão. Não deixe a carta na gaveta.

Decreto 3.048/1999, art. 305, § 1º.

Casos que atendemos

Em poucas palavras, o que cada caso envolve

Escolha o que mais se parece com a sua situação e organize o caso em 1 minuto.

O seu caso

Benefício negado ou cortado

A carta do INSS informa o motivo da negativa, mas nem sempre esse motivo se sustenta. Lemos o processo administrativo, o CNIS e os laudos e dizemos se cabe recurso no próprio INSS ou ação na Justiça Federal.

O seu caso

Auxílio-acidente

Indenização mensal do INSS para quem ficou com sequela que reduz a capacidade para o trabalho que fazia, depois de um acidente de qualquer natureza: no trabalho, no trânsito ou em casa. Pode ser recebido junto com o salário.

Em regra, têm direito empregados com carteira, domésticos, avulsos e segurados especiais.

O seu caso

Salário-maternidade

Depois do julgamento da ADI 2.110 pelo STF, o INSS deixou de exigir 10 contribuições de carência das contribuintes individuais e facultativas. Quem estava desempregada no parto também pode continuar protegida, a depender do tempo desde o último vínculo.

O seu caso

Isenção de IR por doença grave

Aposentados, pensionistas e militares reformados com doenças previstas na Lei 7.713/88, como câncer, cardiopatia grave, doença de Parkinson e cegueira, podem deixar de pagar imposto de renda sobre o benefício. Em alguns casos, dá para pedir de volta o que foi descontado nos últimos 5 anos.

Antes de desistir

O que muita gente acha, e o que a lei diz

Uma informação errada pode fazer alguém desistir de um direito. Estas são algumas das mais comuns.

Muita gente acha

“A carta do INSS negando o benefício é a palavra final.”

O que a lei diz

Cabe recurso no próprio INSS, em até 30 dias, e, em muitos casos, ação na Justiça Federal.

Muita gente acha

“Quem voltou a trabalhar perdeu o direito ao auxílio-acidente.”

O que a lei diz

O auxílio-acidente pode ser recebido junto com o salário. O que a lei não permite é acumulá-lo com aposentadoria.

Muita gente acha

“Sem 10 contribuições, não existe salário-maternidade.”

O que a lei diz

Para contribuintes individuais e facultativas, o STF derrubou essa exigência no julgamento da ADI 2.110.

Muita gente acha

“Se a doença está controlada, a isenção do IR acabou.”

O que a lei diz

A Súmula 627 do STJ diz que não é preciso comprovar que os sintomas continuam nem que a doença voltou.

Como funciona

Do primeiro contato à decisão, sem surpresa

Você só decide contratar depois de entender o seu caso.

  1. Você conta o que aconteceu.

    Pelo cartão lá em cima, pelo WhatsApp ou no escritório. Pode mandar foto da carta do INSS e dos laudos.

  2. Analisamos com franqueza.

    Se o caso tem fundamento, explicamos o caminho. Se não tem, dizemos isso logo.

  3. Seguimos juntos, se fizer sentido.

    Os honorários ficam combinados por escrito e você acompanha cada etapa.

Quem vai te atender

Advogados com nome, OAB e endereço em Porto Velho

Atendimento on-line para todo o Brasil, com horários flexíveis, e um escritório em Porto Velho para quem prefere conversar pessoalmente.

Dra. Joyce Késia, advogada
Dra. Joyce KésiaAdvogada · OAB/RO 10.172
Victor Hugo, advogado
Victor HugoAdvogado · OAB/RO 11.710

Você sabe onde nos encontrar

Estamos na Rua Senador Álvaro Maia, 2285, em Porto Velho. Atendemos on-line clientes de todo o Brasil, e a porta está aberta para quem prefere conversar pessoalmente.

Do INSS à Justiça Federal

Cuidamos do pedido e do recurso no INSS e, quando é o caso, da ação na Justiça Federal em Rondônia.

Dizemos não quando é não

Só recomendamos entrar com um pedido quando a análise mostra fundamento. Isso poupa o seu tempo e a sua expectativa.

Você entende cada passo

Explicamos o caso em português claro, sem juridiquês, e combinamos os honorários por escrito antes de qualquer pedido.

Para adiantar

O que separar para a primeira conversa

  • Documento com foto e CPF
  • Extrato do CNIS, que você baixa no aplicativo Meu INSS
  • Carta de indeferimento ou de corte do benefício, se tiver
  • Laudos, exames e receitas médicas
  • No caso de isenção de IR, o extrato do benefício ou o contracheque

Não tem tudo isso em mãos? Chame assim mesmo. Ajudamos a reunir o que falta.

Dúvidas comuns

As perguntas mais comuns

Preciso ir até o escritório?

Não. Atendemos no escritório, em Porto Velho, ou on-line. Muita gente começa pelo WhatsApp e só vem ao escritório se precisar. Os horários são flexíveis e combinados com você.

Vocês atendem quem mora fora de Porto Velho?

Sim. O atendimento on-line vale para clientes de todo o Brasil. A conversa começa pelo WhatsApp, e os documentos podem ser enviados pelo celular.

Posso receber auxílio-acidente e continuar trabalhando?

Pode. A lei permite receber o auxílio-acidente junto com o salário. O que ela não permite é acumular o auxílio com aposentadoria.

Quem tem direito ao auxílio-acidente?

Em regra, empregados com carteira assinada, empregados domésticos, trabalhadores avulsos e segurados especiais, como o trabalhador rural em regime de economia familiar. É preciso ter ficado com sequela que reduza a capacidade para o trabalho habitual.

Perdi o prazo de 30 dias. Acabou?

Não necessariamente. Dependendo do caso, ainda pode haver um novo pedido ou uma ação na Justiça. Mande a carta e os documentos para avaliarmos.

Laudo de médico particular serve para a isenção de IR?

No pedido feito ao órgão que paga o benefício, a lei exige laudo de serviço médico oficial. Na Justiça é diferente: pela Súmula 598 do STJ, o juiz pode reconhecer a isenção com base em outras provas, como laudos e exames particulares.

Quanto custa?

Os honorários são combinados depois da análise do caso, sempre por escrito e antes de qualquer pedido.

Onde estamos

Rua Senador Álvaro Maia, 2285

São João Bosco, Porto Velho (RO), CEP 76803-760

Telefone e WhatsApp: (69) 99293-0033

Horários flexíveis, combinados com você. Atendimento on-line para todo o Brasil.

A primeira conversa começa com uma mensagem.

Conte o que aconteceu. Se o seu caso tiver caminho, explicamos qual é. Se não tiver, você fica sabendo logo.

Chamar no WhatsApp
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